O colágeno pode ser encontrado nos tecidos e é responsável pela resistência e elasticidade da pele, saúde dos cabelos e unhas, sustentação de músculos, ossos, articulações e tendões. Ele pode ser encontrado em alimentos proteicos, como carnes vermelhas e brancas, ovos, geleia de mocotó e gelatinas de fontes animais.

Por conta dos benefícios para a saúde e estéticos, existe uma série de mitos em torno do consumo dessa substancia através de suplementos e produtos cosméticos. Confira alguns:

1. Gelatina tem colágeno?

Muitos consomem grandes quantidades de gelatina acreditando que estão repondo colágeno no organismo. Isso não é verdade, já que a gelatina é uma fonte pobre de colágeno. Além disso, sua forma industrializada possui muito açúcar, adoçantes artificiais, flavorizantes, corantes e estabilizantes, por isso, devem ser consumidos com cautela.

2. Colágeno ajuda a emagrecer?

Se considerarmos que o colágeno contém componentes proteicos e seu consumo aumenta a sensação de saciedade, sim, ele pode ser um aliado no emagrecimento. Porém, seu consumo não substitui a necessidade de escolhas mais equilibradas nas refeições e a prática de atividade física regularmente.

3. Colágeno combate a flacidez e estrias?

O colágeno pode ser um bom aliado na prevenção de estrias e flacidez, mas não é capaz de eliminar problemas já existentes. Mesmo que uma pequena melhora seja perceptível após o consumo regular do colágeno, é recomendado procurar um dermatologista para um tratamento específico.

4. É preciso consumir colágeno com vitamina C?

Os radicais livres produzidos por nosso organismo podem prejudicar a ação do colágeno. Para evitar que isso aconteça, basta combiná-lo com alimentos ricos em antioxidantes, que neutralizam os radicais livres, uma opção é a vitamina C.

5. Colágeno faz bem para cabelo e unhas?

O aumento dos níveis de colágeno no corpo tem relação direta com a saúde dos cabelos e unhas, que ficam mais fortes, saudáveis e resistentes. Combinado com uma alimentação saudável, ele pode até mesmo estimular o crescimento dos fios.

Se o mês de Outubro é rosa, dedicada ao câncer de mama nas mulheres, Novembro é azul para alertar aos homens sobre os riscos do câncer de próstata e da necessidade das medidas de prevenção e avaliação periódica junto ao médico.

A campanha Novembro azul tem o objetivo de levar ao público masculino informações sobre diagnóstico, tratamento e cuidados necessários sobre saúde masculina e o câncer de próstata e, principalmente, quebrar o preconceito que muitos homens têm em relação ao exame de toque. Isso porque o diagnóstico precoce da doença aumenta a chance de um prognóstico positivo.

Mas, mais importante do que tratar é prevenir. E nessa hora, os exercícios físicos são essenciais para manutenção da saúde, juntamente com outros hábitos saudáveis, como alimentação e sono regular.

As pessoas que se mantém ativas tem um prognóstico promissor de reabilitação do câncer devido ao exercício ter um efeito anti-inflamatório, atuando de forma intervencionista no tratamento como uma medicação.

Vários estudos indicam que a atividade física atua indiretamente na prevenção da neoplasia à medida que promove a redução de peso. Além disso o desarranjo hormonal provocado pela obesidade aumenta a progressão do câncer. Dentre essas alterações hormonais, a insulina, testosterona, estrógenos e adiponectina sofrem oscilações e elevam os níveis de morbidade e mortalidade pelo câncer.

Os exercícios também desestimulam vícios como tabagismo e etilismo; melhoram o comportamento psicoemocional por meio de liberação das endorfinas; diminuem processos de inflamação celular; e estimulam os processos de reparação celular e a função imunológica.

Porém, antes de praticar exercícios, sempre consulte um médico.

Voltar à rotina de exercícios requer toda uma readaptação do corpo e de condicionamento até que se atinja resultados e eficiência. Nesse processo, o joelho merece uma atenção especial.

Essa articulação é formada por músculos e ligamentos importantes, sendo responsável por muitos dos movimentos que realizamos no dia a dia e ainda por sustentar o peso de todo o corpo e estão muito sujeitas à lesões como traumas, batidas ou torções.

Normalmente essas lesões são consequências da prática da atividade física em excesso ou intensas, ou práticas irresponsáveis. Para os ortopedistas, os competidores de fim de semana são os que mais sofrem com problemas no joelho que precisam de procedimentos cirúrgicos para correção.

As lesões podem acontecer durante a prática de esportes, dança ou mesmo em atividades cotidianas. Em esportes coletivos, existem também o risco de choques entre competidores.

As cirurgias no joelho são feitas por artroscopia, realizada por meio de três ou quatro pequenas incisões. Esse procedimento dispensa a necessidade de incisões maiores e torna a recuperação mais simples e rápida. Os quadros mais graves são aqueles em que acontece uma lesão do ligamento. Nesses casos, a cirurgia é mais delicada e mais demorada, e a recuperação pode ser mais longa.

Para tentar reduzir os riscos de problemas que podem afetar os joelhos, é importante fortalecer a musculatura tanto do joelho quando das coxas.

A cada vez mais aumentam o número de amantes e praticantes da corrida. Afinal, não é necessário o uso de equipamentos e é um exercício bem completo, com alto aproveitamento para a saúde.

Porém é necessário ter cuidado: é imprescindível evitar lesões do aparelho locomotor. Os joelhos e articulações são alguns dos locais que mais podem ser prejudicados, além das distensões musculares.

Fazer alongamentos antes de correr pode ser uma boa alternativa para preparar o corpo para a atividade, mas é importante lembrar que o alongamento deve ser moderado para não sobrecarregar os músculos e articulações envolvidos no exercício.

Confira uma série de alongamentos para ter um melhor desempenho na corrida!

1 – Panturrilha:

Fique pé em cima de um degrau, apenas com o calcanhar para fora/suspensos. Erga-os, mantendo-se nas pontas dos dedos, levantando os calcanhares. Lentamente, abaixe os pés de modo que fiquem abaixo do degrau. Repita o movimento pelo menos por 15 vezes.

2 – Círculo com o quadril

Deixe os pés abertos na direção dos ombros e coloque suas mãos sobre os quadris. Faça círculos com os quadris para um lado e para o outro (o mesmo movimento quando se brinca de bambolê), até trabalhar com toda a amplitude do movimento. Faça de 10 a 15 círculos de cada lado.

3 – Círculo com os pés

Esse movimento trabalha as articulações, como os tornozelos, que são os que mais sofrem com os impactos da corrida.  Com os pés ainda abertos na direção dos ombros, coloque suas mãos sobre os quadris e, elevando o calcanhar de um pé, fique na ponta dos dedos e faça círculos com os calcanhares, para um lado e para o outro.

4 – Afundo

Este alongamento trabalha principalmente os quadríceps e os flexores dos quadris. Posicione-se em pé com os pés juntos. Dê um longo passo para trás, com a perna esquerda, o joelho deve ser flexionado para baixo até quase tocar o chão. Com a perna direita, dobre o joelho até formar um ângulo de 90º.Permaneça na posição por 10 segundos e troque a posição nas pernas.

5 – Alongamento lateral

Uma forma de evitar pontadas laterais que muitos sentem durante as corridas. Fique em pé, com as penas bem juntas. Levante os braços acima da cabeça até as mãos se tocarem. Incline-se de um lado para o outro, mantendo o abdômen contraído, pressionando a cintura à direita e à esquerda. Faça o movimento para os dois lados, segurando a posição por duas respirações antes de trocar.

6 – Alongamento cegonha

Fique de pé e dobre o joelho direito, segurando o pé ou o tornozelo direito por trás. Puxe o pé em direção ao glúteo e segure durante 10 segundos. Repita o movimento com a outra perna. Faça por 5 vezes em cada perna, alternadamente.

Mulheres que passaram ou estão passando por um tratamento oncológico nas mamas, conhecem a dificuldade e a importância de terem uma rotina saudável. A atividade física ou esportiva é uma das melhores ferramentas para o bem-estar emocional e físico das mulheres que estão em tratamento cirúrgico ou quimioterápico.